A Polícia Civil indiciou Antônio Guilherme Borges Neto por exercício irregular da medicina e falsificação ideológica. Ele atendia pacientes pela internet e telefone em várias cidades da região noroeste usando a inscrição do Conselho Regional de Medicina (CRM) de outro profissional residente em Campinas.
A denúncia partiu de uma paciente que desconfiou do atendimento. Ele foi detido em 2017. Foram encontrados em sua casa um jaleco, prontuários, estetoscópios, seringas, medicamentos e um notebook usados na farsa. No computador ainda foram encontradas imagens de pornografia infantil, que também lhe renderam um inquérito pelo crime.
