A provedoria da Santa Casa de Fernandópolis se manifestou, por meio de uma coletiva com a imprensa, sobre a atuação policial ocorrida na última terça-feira, dia 16. Para o provedor, o andradinense Fernando Zanqui, a atual administração é a mais interessada nas investigações da Policia Civil e que está colaborando ao máximo no que for necessário.
Zanqui confirmou que foram pedidos documentos desde o ano de 2007, quando a Santa Casa era administrada pelo empresário José Sequini Junior, passando por outras administrações. Segundo ele, os policiais informaram que o motivo da operação foi o extremo endividamento, pulando de R$ 11 milhões para R$ 41 milhões.
A Provedoria citou que o maior financiador do hospital ainda é o sistema SUS com 80% do faturamento e trabalha para o aumento no número de atendimentos particulares e conveniados para fazer um contra ponto nas contas da entidade.
“A revisão dos contratos entre médicos e prestadores de serviços foi um dos pontos positivos para elevar o faturamento da entidade e diminuir o prejuízo mensal. Quando assumimos a entidade, cortamos algumas regalias que agora reflete positivamente no caixa da Santa Casa”, concluiu.
Outro ponto importante destacado pela provedoria foi que a operação não atrapalhou ou prejudicou o atendimento médico a qualquer paciente, seja ele, particular ou pelo SUS e que a Santa Casa opera suas funções normalmente e com objetivo de atender a população dentro do plano estabelecido de regulação de atendimentos ambulatoriais e internações.