Ao chegarmos no Sítio, faltava uma geladeira no local, mas não faltava fumaça no fogão a lenha montado dentro da casa, anunciando um cafezinho passado na hora e o preparo do almoço (arroz com tomate, feijão gordo, salada de pepinos e carne de porco da lata).
Depois de apresentar o almoço, Raul correu falar do orgulho da propriedade, um sistema que colhe uma água externa de um curso d’água e faz um caminho por dentro da casa, servindo de apoio à area de churrasqueira, cozinha e área externa. Nele se faz o uso doméstico para todas as atividades antes que ela alimente um tanque onde ele engorda tilápias e pacús para consumo próprio, além de boas traíras, carás e pirambóias.
Ao chegarmos no Sítio, faltava uma geladeira no local, mas não faltava fumaça no fogão a lenha montado dentro da casa, anunciando um cafezinho passado na hora e o preparo do almoço (arroz com tomate, feijão gordo, salada de pepinos e carne de porco da lata).
Depois de apresentar o almoço, Raul correu falar do orgulho da propriedade, um sistema que colhe uma água externa de um curso d’água e faz um caminho por dentro da casa, servindo de apoio à area de churrasqueira, cozinha e área externa. Nele se faz o uso doméstico para todas as atividades antes que ela alimente um tanque onde ele engorda tilápias e pacús para consumo próprio, além de boas traíras, carás e pirambóias.
O sistema, ele diz ter copiado por uma “inveja boa” que teve ao visitar antigas propriedades rurais em Minas Gerais, Goiás e Matogrosso, estados onde o recurso era muito utilizado nos séculos anteriores.
A família de Raul sempre viveu da pecuária extensiva, mas com o envelhecimento do pasto eles passaram para o milho e a soja, atividades que mantém até hoje.
A casa da parte que lhe coube da propriedade quando dividida entre os filhos, utilizou a mesma madeira e padrão da primeira casa da fazenda do tempo de 1.800. Foram preservados vários objetos utilizados ao longo da história da família no campo. Ele tem apreço especial a um candeeiro cuja luz iluminou a chegada a vida de vários membros da família na própria propriedade.
O que une Raul com a propriedade: vida simples e a lida do campo. Raul conseguiu realizar um sistema sustentável e o defendeu junto ao IBAMA para manter a utilização da água, protegida por ele desde a nascente dentro de uma mata onde ele reflorestou para preservar a fonte do recurso. A água vem para a propriedade por gravidade sem utilizar nenhum recurso elétrico. O curso d’água da propriedade foi batizado de maneira singular. Quando o tataravô de Raul chegou a região tinha um funcionário que era seu braço direito. De sobrenome Pires, em sua homenagem as águas que cortam a fazendo acabaram batizadas de “Água do Pires”.
A propriedade é muito visitada por amigos, entre alguns da capital paulista que recorrem ao sítio para ficar longe da agitação da vida moderna.
O sistema de águas garante também uma casa sempre fresca e um relaxante natural com ruído de água corrente 24 horas por dia.
Veja o resumo da matéria abaixo. Mais sobre esse paraíso você você vê no Hoje Mais TV de Andradina: Queime Depois de Ver.
