Washington descobriu um câncer havia dois anos (Foto: Reprodução)
* Matéria alterada às 14h55 para incluir informações
O médico radiologista Washington Luís Fernandes da Silva, 70 anos, morreu na madrugada deste domingo (25), em São Paulo, em decorrência de um câncer descoberto há dois anos. Ele era casado com Rosana Manarelli, tinha dois filhos e um enteado. De acordo com a família, não haverá velório.
O médico atuava na medicina de Araçatuba há vários anos e foi um dos sócios-fundadores da Tomoson Centro de Diagnóstico por Imagem, implantado em 1991.
Antes do surgimento da empresa, considerada uma das mais avançadas em tecnologia e excelência médica do Oeste Paulista, Washington mantinha sociedade com os também radiologistas Luiz Carlos Rosa e José Vilella em uma clínica radiológica na rua Rio de Janeiro, na Vila Mendonça.
Ele atuou ainda na Santa Casa de Araçatuba, por meio da Nova Imagem, empresa que era gerida por alguns sócios da Tomoson, especializada na prestação de serviços de exames para diagnóstico por imagem a pacientes internados e externos.
(Informações da assessoria de imprensa)
História
Washington nasceu em Jardinópolis (SP) e cursou Medicina e especialização em Radiologia na Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto. No final dos anos 1970 ele veio para Araçatuba trabalhar na clínica do saudoso médico José Vilella.
O radiologista Luiz Riani, um dos sócios da Tomoson, conta que no período 1989/1990 eles começaram a conversar sobre a criação da empresa e que o primeiro exame foi feito na madrugada de 2 de dezembro de 1991, dia do aniversário de Araçatuba. “
Consideramos essa a data da fundação”, informa.
Além de Riani e Washington, faziam parte do grupo fundador os radiologistas Dulce M. Oliveira, Luiz Carlos Rosa e Sérgio Benez. Ele conta que Washington era muito querido no meio médico e especialmente na Tomoson por sua capacidade de trabalho, retidão e extrema honestidade de caráter.
“Sempre foi progressista e estimulador de novos investimentos em tecnologia pelo grupo, por várias vezes chegando a abrir mão de direitos para crescimento societário de novos sócios. Foi muito importante no crescimento da empresa”,
relembra Riani.
Saúde
Washington trabalhou regularmente até 2019, quando descobriu o câncer.
“De lá pra cá esteve sob tratamento contínuo, mostrando piora do quadro e consequente piora da qualidade de vida. Há cerca de seis meses o quadro progressivo e que culminou com seu falecimento essa madrugada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo”,
informa Riani.
De acordo com ele, os médicos, sócios ou não, e colaboradores da empresa, ficaram impactados com a notícia da morte.
“Apesar do conhecimento médico e a evolução evidenciarem esse desfecho. Ficamos devastados e consternados. Washington era amigo de todos e seus filhos praticamente cresceram dentro e junto da Tomoson. Continuaremos em nossa marcha de trabalho e progresso, por nós mesmos e também por ele, agora apenas uma boa lembrança e um modelo de caráter a seguir pra todos”,
conclui.
(Informações da assessoria de imprensa)