Cotidiano

Receita Federal doa celulares apreendidos à Educação Municipal de Araçatuba

Aparelhos são frutos de diversas apreensões feitas pelo órgão federal e possuem valor total estimado em R$ 320 mil

Da redação - Hojemais Araçatuba
20/09/21 às 18h41
(Foto: Divulgação)

A Delegacia da Receita Federal de Araçatuba (SP) doou 316 celulares à Prefeitura, que serão destinados à Secretaria Municipal de Educação, para uso em sala de aula.
 
Os aparelhos são frutos de diversas apreensões feitas pelo órgão federal e possuem valor total estimado de R$ 320 mil.

A doação foi concretizada pelo delegado da Receita Federal em Araçatuba, Dr. Tharsis Araujo Bueno, na manhã desta segunda-feira (20), em reunião no gabinete do prefeito de Araçatuba Dilador Borges (PSDB), contando com os secretários municipais Arnaldo Vieira Filho (Governo) e Silvana de Sousa e Souza (Educação).
 
A doação ocorreu após a Receita Federal tomar conhecimento das ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação de Araçatuba durante a pandemia.
 
“O Programa Escola da Família, que teve um vídeo institucional compartilhado na internet e enviado às famílias, mostrava crianças, neste período de pandemia, acompanhando as aulas de forma virtual. O delegado da Receita Federal entrou em contato com o Prefeito Dilador Borges, dizendo que a Receita poderia ser útil, dado que sempre ocorrem apreensões de celulares e outros equipamentos, aos quais o órgão sempre busca dar uma destinação que possa ser útil. A partir disso, se iniciou o processo, no qual a Secretaria de Educação fez a solicitação e hoje o delegado vem concretizar essa ação com a doação desses celulares”, conta Silvana.
 
“Também teve participação importante da Secretaria de Comunicação Social, visto que se não houvesse divulgação das ações da Escola da Família, não iria chegar ao conhecimento dele essa ação feita pelo município”, valorizou a secretária de Educação.
  
Uso
 
Segundo a pasta, todas as escolas vão receber aparelhos e a quantidade de cada escola vai depender do número de turmas em processo de alfabetização. Serão consideradas turmas desde a etapa 2 da educação infantil até o 3º ano do ensino fundamental.

“O uso pelos alunos será coletivo, em algumas atividades na sala de aula, com jogos focados para alfabetização, comunicação com as famílias, sendo muito útil no processo de ensino. Em alguns casos, se a escola achar interessante, poderá ser feito empréstimo para determinado aluno desenvolver alguma atividade em casa, mas somente esporadicamente, sendo o foco principal o uso na unidade escolar”, define Silvana.
 
Os jogos orientados pela Educaçãotambém rodarão off-line (sem conexão com a internet). Desde que baixados no aparelho, o aluno já consegue fazer uso desses jogos.
 
Ainda segundo a secretária de Educação, uma outra ação será feita por parceria fechada com o Governo do Estado de São Paulo, na qual será feita a avaliação da fluência leitora das crianças do segundo ano. “Esta avaliação é feita através do celular, para qual já se tem um aplicativo. A criança lê o caderno de provas e o aplicativo gera o grau de desempenho que ela está na questão de leitura, para que a rede possa redirecionar ações do que for necessário para ela avançar. Tudo também será feito por celular, em modo offline e, depois, no ambiente com internet, o programa faz as análises”, detalha.

 

 

 

 

 

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