O retorno às aulas presenciais não é obrigatório neste momento, sendo uma medida opcional para os pais e/ou responsáveis. A informação é da Prefeitura de Birigui (SP), em complemento às informações divulgadas pelo prefeito Leandro Maffeis (PSL), em live na última sexta-feira (15), quando abordou o tema.
Na data, Maffeis disse que a volta às aulas na rede municipal está programada para o próximo dia 2 de fevereiro e será de forma gradativa. Durante as duas primeiras semanas, “as aulas serão remotas”. Apenas após esse período é que passarão para o ensino presencial e híbrido.
Como houve muitos questionamentos de leitores sobre o assunto, a reportagem do Hojemais Araçatuba pediu mais detalhes à Secretaria Municipal de Educação.
De acordo com a secretária Iládia Cristina Marin Amadio, a opção de levar os filhos à escola ou não está de acordo com a resolução nº2, do Conselho Nacional de Educação, de 10 de dezembro de 2020, que diz que:
“§ 2º Cabe aos pais ou responsáveis legais, em comum acordo com a escola e com as regras estabelecidas pelos sistemas de ensino, a opção pela permanência do estudante em atividade não presencial, mediante compromisso das famílias ou responsáveis pelo cumprimento das atividades e avaliações previstas no replanejamento curricular.”
Diferente do que foi anunciado pelo prefeito, as aulas não serão remotas, inicialmente. Os alunos continuarão a receber atividades impressas. “Mas cada escola/professor têm autonomia para adaptar sua aula, desde que siga as recomendações do plano de ensino”, explicou a secretária.
Rodízio
O retorno presencial será feito por meio de rodízio, não excedendo a porcentagem permitida de aluno por sala, de acordo com as fases do Plano São Paulo.
Atualmente, a região de Araçatuba, da qual Birigui faz parte, está na fase laranja. Nessa fase, bem como na fase vermelha, as escolas de educação básica, que atendem alunos da educação infantil até o ensino médio, poderão receber diariamente até 35% dos alunos matriculados.
Na fase amarela, elas ficam autorizadas a atender até 70% dos estudantes; e na fase verde, até 100%. Os protocolos sanitários devem ser cumpridos em todas as fases.
