Cotidiano

Saúde intensifica busca ativa de tuberculose em Birigui

Durante campanha, que vai até 1º de abril, todas as pessoas que procurarem atendimento médico na cidade serão orientadas sobre a doença

Da redação - Hojemais Araçatuba
25/03/22 às 08h46

A Secretaria de Saúde de Birigui (SP) inicia nesta sexta-feira (25) a primeira fase da campanha de Intensificação de Busca Ativa de Casos de Tuberculose. O objetivo é orientar a população e diagnosticar precocemente casos da doença. A meta é realizar 220 exames de baciloscopia durante a etapa, que vai até 1º de abril.

A campanha irá envolver as 11 UBSs (Unidades Básicas de Saúde), Pronto Socorro Municipal, Pronto Atendimento da Santa Casa Clínicas, Santa Casa de Misericórdia, Pronto Atendimento e Hospital da Unimed, Ambulatório de Saúde Mental, SAE/DST (Serviço de Atendimento Especializado/Doenças Sexualmente Transmissíveis) e Vigilância Epidemiológica.

A recomendação da Vigilância Epidemiológica é para que quem estiver apresentando tosse por mais de duas semanas, acompanhada ou não de febre, sudorese noturna, falta de apetite, perda de peso, cansaço, dor no peito ou nas costas, que procure um dos locais da rede básica ou privada de saúde para fazer gratuitamente o exame de escarro, que diagnostica a tuberculose.

Investigação

Todas as pessoas, independente da idade, com sintomas ou não, que procurarem atendimento médico durante o período da campanha deverão ser interrogadas e orientadas sobre a doença. A população que é visitada casa a casa pela ESF (Estratégia Saúde da Família) também irá passar pelo mesmo processo investigatório.

“A população deve ficar atenta aos sintomas, que muitas vezes pode ser  confundida com uma gripe mal curada, e procurar atendimento médico. A tuberculose é uma doença que pode levar a óbito quando não tratada corretamente”, alertou a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Maria Helena Martins Yazawa.

Doença

Doença transmissível e infecciosa afeta prioritariamente os pulmões (Foto: Banco de imagens)

A tuberculose é uma doença transmissível e infecciosa que afeta prioritariamente os pulmões, mas também pode atingir outros órgãos e sistemas do corpo como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). A transmissão ocorre a partir da inalação de pequenas gotas de saliva expelidas pela tosse, fala ou espirro do portador da doença.

O tratamento é oferecido gratuitamente pela rede municipal de saúde. É feito por meio do TDO (Tratamento Diretamente Observado), onde o paciente toma a medicação diariamente na presença de um profissional de saúde durante seis meses. Para que tenha eficiência, o tratamento não pode ser interrompido, mesmo que os sintomas tenham desaparecido.

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