Além do home office, a necessidade do isolamento social fez com que as pessoas fizessem mais refeições em casa, o que se tornou um incentivo para as pessoas passarem mais tempo na cozinha.
Desta forma, Dainese crê que esses espaços também precisarão ser mais amplos, iluminados e ventilados.
As novas demandas incluem também sistema de refrigeração mais seguro, itens como energias alternativas, estações próprias de tratamento de água e esgoto e a mão de obra local para incentivar a economia regional.
"Grande parte das construtoras da região de Araçatuba já vinha seguindo padrões internacionais de construções sustentáveis. Há tempos, os projetos contam com sistema termossolar e fotovoltaico, por exemplo, reuso de águas, otimização dos elevadores para a economia de energia elétrica, entre outras coisas. Para além disso, fato é que cabe ao mercado da construção civil questionar-se sobre como gerar valor para o novo consumidor. Quem pensa e age em padrões pré-pandêmicos tende a pagar um preço alto. Inovar e se reinventar são premissas básicas para não sucumbir”, conclui Dainese. *As informações são da assessoria de imprensa do Sinduscon Oesp
