Autonomia
O TJ-SP informa que essa autonomia está prevista na Instrução Normativa nº 1/18, publicada no Diário da Justiça Eletrônico de 19/12, que autoriza os juízes das RAJs a aprovarem obras pontuais dos fóruns.
Segundo o tribunal, a meta é ampliar a autonomia regional para reduzir o tempo de atendimento às solicitações de pequenas reformas.
Em entrevista ao TJ-SP, Sumariva Júnior cita que essa maior autonomia financeira permite a atender de forma mais ágil as demandas dos fóruns. "Muitas das reivindicações foram analisadas, verificadas e atendidas de forma pessoal pelos servidores, melhorando a eficiência na prestação do serviço”, informa.
De acordo com ele, a meta agora é fortalecer essa autonomia para viabilizar em âmbito regional, mais reformas nos prédios.
História
A publicação também destaca a vida pessoal e profissional de Sumariva Júnior, lembrando que na juventude, na década 1980, o magistrado cobriu a área esportiva nas cidades de Fernandópolis e São José do Rio Preto.
O texto cita que ele herdou o faro de jornalista do pai, Emerson Sumariva, fundador de duas rádios e de três jornais, e que teve a carreira de 57 anos como repórter e redator interrompida em junho de 2009.
Questionado sobre uma ação marcante da 2ª RAJ, Sumariva Júnior citou decisão do juiz Wellington José Prates, da 2ª Criminal de Araçatuba, referente a processo sobre assaltos seguidos de tentativa de morte em 2001.
Naquele caso, o réu alegou que na ocasião dos roubos estava pescando tucunarés sobre a ponte do rio Tietê, em Araçatuba, com isca de coração de frango.
Porém, não conseguiu convencer o julgador, que bom pescador que é, explicou na sentença o porquê da versão ser inverossímil. “Não se pesca tucunarés sobre qualquer ponte, mas apenas com o barco em movimento, menos ainda utilizando-se de coração de frango como isca, mas tão somente pequenos peixes vivos ou até iscas artificiais”.
Segundo a publicação, na época o caso repercutiu nas Universidades de Córdoba, na Argentina, e de Coimbra, em Portugal, além de ser matéria no jornal O Estado de S. Paulo e na revista Pesca & Cia, com chamada de capa.
