Proibidos desde 1946, os cassinos podem voltar ao Brasil, desde que estejam dentro de um resort integrado e seguindo rígidas normas impostas no projeto. Desenvolvido para solucionar o problema das jogatinas ilícitas e melhorar a situação dos cofres públicos, ele aborda como pano de fundo o turismo.
O PL 2.234/2022 é bastante polêmico e segue com sua votação pendente, a mesma foi adiada pela última vez em abril de 2024. A bancada evangélica é forte no Senado e contrária à aprovação do PL, por isso o impasse é grande.
Apesar de enfrentar a demora e alguns obstáculos, a maioria dos políticos votantes são favoráveis ao uso dos jogos de azar para o auxílio da crise econômica. Inclusive, diversos deles pedem aos colegas para acelerarem os processos, como fez o senador Vermelho.
"O mercado de jogos de azar no Brasil é relevante, haja vista ter movimentado um valor entre R$ 8,6 bilhões e R$ 18,9 bilhões em 2014. Atualizando esse montante à taxa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, o mercado de jogos de azar movimentaria de R$ 14,34 bilhões a R$ 31,5 bilhões em 2023", afirma o senador.
Os jogadores que costumam apostar nos cassinos gostam de viajar e combinar locais turísticos com apostas, por isso os resorts integrados são uma opção. É solução para todas as faixas etárias, para a viagem familiar ou apenas para diversão adulta. Eles ficarão em cidades que têm o turismo como foco principal e suas unidades serão liberadas de acordo com o número de habitantes do estado, basicamente uma por estado com pequenas exceções.
