Novos meios de comunicação derramam uma enxurrada de informação e desinformação em nossas telas de forma mais que insistente. Aceitamos, às vezes, passivamente.
Mídias sociais com as quais interagimos comunicam, mas sobretudo influenciam: isso é necessariamente ruim?
Sofremos interferências a todo instante por tudo que está ao nosso redor e isso nos estimula a pensar, repensar e, por vezes, mudar. Critério é preciso!
Como consumidores dessas mídias, nos permitimos ser condicionados a buscar de forma quase obstinada a perfeição de nossa imagem projetada. A relação que muitos têm com o próprio corpo passa por mudanças e a busca por um ideal inalcançável se inicia. Isso provavelmente já aconteceu com você.
Alguma vez notou alguma imperfeição na sua imagem que nunca antes havia sequer percebido no espelho? Usou algum dos retoques que os inúmeros “filtros da beleza” oferecem?
A self perfeita em busca da aprovação pessoal ou alheia está longe de representar uma realidade possível.
A Cirurgia Plástica é uma das soluções para alguns desses desconfortos, mas não necessariamente a melhor e tampouco a única.
Essa especialidade está longe de ser um “filtro da beleza”. Lembre-se que filtros não tratam as suas características individuais. Ignoram a qualidade da sua pele, os hábitos alimentares, a prática de atividade física, a herança genética e as inúmeras qualidades que fazem de você singular.
É excelente aliada quando a insatisfação se dá de forma objetiva sobre determinada área do corpo; quando aquilo que incomoda é claro e específico. No entanto, lembre-se que as expectativas não devem repousar sobre aquilo que os filtros fazem por você. Frequentemente pacientes nos procuram com a equivocada certeza daquilo que podemos fazer para resolver seus desconfortos, mas desconsideram que não tratamos uma foto. Tratamos muito além da imagem estática; tratamos o indivíduo em movimento e toda sua complexidade.
Aí está a beleza. O conceito dessa palavra definido por Platão, seja da natureza, da arte, das formas humanas ou espirituais, é aquilo que provoca deleite aos nossos sentidos. Subjetivo, portanto. Não a encontramos necessariamente na perfeição da extrema simetria, mas na harmonia de proporções e, sobretudo, na interação entre as esferas externa e interna: o nosso eu.
Busque a sua própria beleza e não permita que as mídias sociais banalizem seu trajeto.
Tenha a Cirurgia Plástica como parceira que escute e ajude a entender e a superar de forma responsável suas imperfeições, ser desejos, seus sonhos e seus medos.
Procure sempre um profissional certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
