Encontrado
Um mandado de busca e apreensão para os endereços da loja e da mulher foi solicitado à Justiça, concedido e cumprido nesta quinta-feira por equipe do GOE/Deic (Grupo de Operações Especiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais).
Como a investigada não estava em casa, os policiais telefonaram para ela e pediram que se apresentasse na delegacia, onde ela esteve, levando o celular.
Em depoimento, a mulher contou que o filho dela havia adquirido o aparelho em março de uma pessoa no residencial Atlântico, por R$ 230,00, e dado a ela, que passou a utilizá-lo.
Apreensão
O dono da loja também esteve na delegacia e disse não ter desconfiado que o celular fosse roubado. Ele foi com os investigadores até à loja, onde foram localizados e apreendidas dezenas de carcaças de celulares de vários modelos e marcas, sete tablets e 64 celulares.
Segundo a polícia, os aparelhos foram apreendidos porque não havia nenhuma identificação de propriedade ou ordem de serviço relacionada a eles, sendo impossível identificar a origem.
Ainda segundo a polícia, o investigado alegou que é comum clientes aparecerem na loja com celular e ele utilizar o próprio chip para testá-los e verificar possíveis defeitos.
Por fim, de acordo com os investigadores, ele relatou que não questiona a origem dos aparelhos e admitiu que pode ter feito reparos ou desbloqueio de aparelhos utilizando “reset de fábrica" , o que é feito manualmente, em celulares furtados ou roubados.
Os aparelhos foram levados para o plantão policial para serem periciados e após o registro da ocorrência o comerciante foi liberado.
