Casa
Enquanto a equipe com viatura permaneceu no local aguardando a perícia, outros policiais foram com o investigado até uma casa na rua Antônio Floriano, onde moraria o tal Magrão.
Ele não foi encontrado na casa indicada, que estava fechada, mas nas imediações havia uma residência em reforma. O imóvel pertence a um autônomo de 53 anos, que teria ficado nervoso ao ver a viatura e foi abordado.
No lado externo da casa havia algumas madeiras e ele disse que 15 dias antes, o Magrão teria vendido a ele as madeiras por R$ 200,00.
Ainda de acordo com o morador, ele fez o pagamento no barracão que está em construção, sendo que o vendedor teria alegado que recebeu os caibros como pagamento para demolir o barracão.
A vítima do furto foi localizada pela polícia, esteve no barracão e também na casa do homem que comprou parte da madeira e reconheceu as madeiras como sendo as furtadas dele.
Segundo a polícia, o investigado que estava no barracão recolhendo as madeiras ficou alterado e recusou acompanhar os policiais até ao plantão policial. Por isso, ele foi algemado e após ser ouvido, foi liberado.
Marcenaria
Ainda na tarde de terça-feira, equipe da Polícia Civil que investigava o furto das madeiras após registro do primeiro boletim de ocorrência, identificou o caminhão usado para transportar a mercadoria.
O proprietário do Mercedes-Benz amarelo foi encontrado e disse que havia sido contratado por um homem conhecido como “Magrelo” para fazer um frete.
De acordo com ele, o contratante alegou que havia comprado a madeira de uma construtora da cidade e precisava levá-la a até a marcenaria, contratando o serviço por R$ 50,00.
Os investigadores estiveram na marcenaria e o proprietário confirmou ter comprado as madeiras por R$ 280,00 do “Magrelo” , que disse ser proprietário e precisava vendê-las.
No local foram recolhidas 14 peças, sendo sete vigotas de 12 centímetros, três de 16 centímetros e quatro caibros de peroba rosa.
Não sabiam
Tanto o dono do caminhão que fez o transporte como o proprietário da marcenaria, disseram não desconfiar que as madeiras fossem furtadas. Elas foram levadas para o plantão policial e também forma reconhecidas pela vítima como sendo furtadas da cobertura do barracão. O caso segue em investigação.
