Polícia

Homem que morreu após invadir oficina no Guanabara tinha 35 anos

Corpo foi reconhecido por uma prima-irmã da vítima, que é residente na cidade de Araucária, no Paraná

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
03/05/22 às 10h26

O homem que morreu após invadir uma oficina mecânica no bairro Guanabara, em Araçatuba (SP), na madrugada de sábado (30), é o servente Marcelo Machado Padilha, 35 anos. O corpo foi reconhecido por uma prima-irmã dele, que esteve na delegacia em Araçatuba na manhã desta terça-feira (3) para oficializar o reconhecimento.

A mulher contou que o primo dela residia em Araucária (PR), onde ela também mora, mas trabalhava como servente de pedreiro em Araçatuba havia cerca de uma semana. Ainda de acordo com a prima de Padilha, ele alcoólatra, mas desconhece que tivesse outros problemas de saúde e acredita que não fazia uso de entorpecentes.

Sumiu

Segundo a prima da vítima, na sexta-feira Padilha saiu da casa sem avisar ao amigo para onde iria e depois disso, não houve mais notícias dele. Ontem pela manhã ela telefonou para o IML (Instituto Médico Legal) e foi informada que havia um corpo não identificado.

Ao ser comunicada que a vítima tinha uma tatuagem com o nome Etelvina escrito no peito, ela suspeitou que se tratava do primo dela, já que ele havia feito uma homenagem à mãe dele, tatuando o nome dele no peito.

A mulher viajou para Araçatuba e compareceu no IML, onde reconheceu o corpo como sendo do primo dela. 

Morte

Conforme matéria publicada pelo Hojemais Araçatuba no sábado, o proprietário da oficinal instalada na rua Alziro Zarur, que é paralela à rodovia Marechal Rondon (SP-300), disse à polícia que por volta da 0h o alarme do prédio disparou.

Ao olhar as imagens das câmeras de monitoramento ele viu que uma pessoa havia invadido a oficina e, chegando ao local, encontrou o homem agitado. De acordo com ele, o desconhecido deitou-se no chão e não levantou mais.

O Corpo de Bombeiros foi chamado e enviou uma equipe de resgate, mas o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) também esteve presente e constatou o óbito no local, sem atestar a causa.

Foi realizada perícia no local e não havia sinais aparentes de morte violenta. Laudo do exame necroscópico deve apontar a causa da morte.

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