A Polícia Militar de Birigui (SP) prendeu na noite de sexta-feira (30), uma mulher de 36 anos, acusada de tráfico de drogas, ao ser flagrada com porções de cocaína. Ela inicialmente teria confessado o crime, mas na delegacia alegou que a droga não seria dela.
Os policiais que apresentaram a ocorrência relataram que havia várias denúncias anônimas de que a investigada e um filho dela que moram no bairro Jardim Europa, estariam comercializando drogas. Por volta das 22h de sexta-feira eles passaram pela casa da investigada e a viram aparentemente esperando a chegada de alguém.
Ao ver a viatura ela teria tentado dispensar algo, mas foi abordada. Eles apuraram que o que a investigada segurava eram cinco pinos com cocaína e ela teria confessado que estava vendendo drogas por estar desempregada, com problemas de saúde e por ter uma filha 5 anos de idade.
Mais drogas
Ainda de acordo com a polícia, a mulher disse que havia mais drogas na casa e permitiu a entrada da equipe, que encontrou mais 160 tubos com cocaína e R$ 70,00 em dinheiro. Durante a abordagem, a investigada teria dito que negociava o entorpecente pelo WhatsApp e recebia o pagamento por Pix. Porém, depois teria negado o crime, alegando que a cocaína seria de um filho dela.
Já na delegacia a mulher foi revistada por uma policial feminina que encontrou um celular que foi apreendido. Em depoimento, ela alegou que estava na área dentro de casa acompanhada da filha e de outras pessoas, e que os policiais militares teriam invadido o imóvel sem autorização.
Não era dela
A mulher alegou ainda que a droga apresentada pela polícia não era dela e que ela chegou a ligar para o filho a pedido dos policiais, mas ele não atendeu. Na versão da acusada, a mesma equipe teria estado na casa dela três semanas atrás.
Na ocasião, ela teria recebido mensagem de uma amiga perguntando se sabia de alguém que vendia drogas e um dos policiais teria respondido se passado por ela, por isso essa amiga teria feito o pagamento de R$ 20,00 por Pix a ela.
O delegado que presidiu a ocorrência confirmou a prisão e após ser ouvida a mulher permaneceu à disposição da Justiça.
