Polícia

PM prende pedreiro condenado por roubo e ameaça

Em 2016, ele atropelou um morador no condomínio Copacabana, em Araçatuba, e foi condenado a pagar multa

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
05/08/20 às 13h15

A Polícia Militar prendeu na tarde de terça-feira (4), o pedreiro Ionilson José Barreto, 44 anos, morador no bairro Palmeiras, em Araçatuba (SP). Segundo a polícia, havia um mandado de prisão em aberto contra ele, de 2011.

Em 2016, ele atropelou um homem na portaria do condomínio Copacabana e foi condenado, mas teve a pena convertida no pagamento de multa, que foi cumprida.

No boletim de ocorrência referente ao cumprimento do mandado de prisão consta que eles são referentes a dois processos de 2011 e foram expedidos pela 2.ª Vara das Execuções Criminais de Araçatuba.

Um deles por agressão, com pena de 1 ano e 7 meses no regime semiaberto, com prescrição em 5 de dezembro deste ano, e do outro, a pena é de 6 anos e 5 meses em regime fechado, a prescrever em 5 de dezembro de 2030.

Processos

Em pesquisa no site do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o Hojemais Araçatuba não encontrou os processos que resultaram nessas condenações, que seriam da Justiça de Bastos.

Foi encontrado despacho de julho de 2011, referente a processo cuja denúncia foi recebida em julho de 2004, referente ao trânsito em julgado do acórdão, mantendo condenação a 6 anos e 5 meses de reclusão, em regime inicial fechado, determinando a expedição do mandado de prisão.

Em 2013, a Justiça concedeu liminar atendendo pedido do Ministério Público, suspendendo a progressão de pena ao regime aberto ao condenado, que deveria retornar ao regime semiaberto.

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Atropelamento

Ao consultar o site do tribunal, a reportagem encontrou outro processo, referente a um atropelamento ocorrido em novembro de 2016, no condomínio Copacabana.

Na ocasião, Ionilson conduzia um VW Gol e atropelou um morador no condomínio, que estava na portaria informando ao porteiro sobre familiares dele que chegariam ao local.

De acordo com o registro feito na ocasião, após o atropelamento, ele parou o carro e a companheira dele, que o acompanhava, desceu, mas depois entrou no veículo e os dois tentaram deixar o condomínio.

Fuga

Como foram impedidos pelo porteiro, a mulher teria assumido a direção do carro, com o qual tentou derrubar um muro, mas ele ficou entalado. Após a colisão, Ionilson fugiu e não foi localizado.

Ele foi denunciado por lesão corporal na direção de veículo e por conduzir veículo sob efeito de álcool e, em maio de 2018, foi condenado pelo juiz Emerson Sumariva Júnior.

A pena de 1 ano e 2 meses de detenção, além da suspensão da carteira de habilitação por 4 meses, foi substituída pelo pagamento de um salário mínimo em favor da vítima, e mais um salário mínimo ao Lar Espírita Caminho de Nazaré. Os valores foram pagos.

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