Polícia

Polícia Militar prende acusado de matar homem a tiros em ‘clubinho’ em Birigui

Crime aconteceu durante festa de aniversário em junho do ano passado; era considerado foragido desde que foi identificado pela Polícia Civil, em julho

Agência Trio Notícias
16/04/25 às 17h19
Crime aconteceu em um clubinho de Birigui (Foto: Divulgação)

A Polícia Militar prendeu em Birigui (SP) na noite de terça-feira (15), o homem de 42 anos, que se apresentou como reciclador, apontado como autor do assassinato de Johnny Martins Jalles de Souza, 34, morto a tiros durante uma festa de aniversário em uma área de lazer, em 22 de junho de 2024.

O investigado havia sido identificado pela Polícia Civil, que representou pela decretação da prisão temporária, que foi decretada em 5 de julho. Apesar das buscas em endereço ligado a ele, o acusado não havia sido localizado e desde então era considerado foragido.

Porém, por volta das 19h30 de terça-feira, ele foi abordado por equipe da Polícia Militar na rua Nicolau da Silva Nunes, os quais deram cumprimento ao mandado e o apresentaram no plantão policial.

Caso

Naquela noite, Johnny estava em um “clubinho” que havia sido alugado para um aniversário, quando o investigado teria chegado ao local aparentemente sob efeito de drogas. Ao abraçar um dos participantes da festa ele teria sido abordado pela vítima, que o orientou a deixar o local.

Durante a abordagem, o investigado teria sacado uma arma e atirado contra o peito de Johnny. Após o crime, o autor fugiu e a vítima foi levada para o pronto-socorro, mas não resistiu aos ferimentos. Durante a perícia, foram apreendidas três capsulas deflagradas e o celular da vítima.

Identificado

O inquérito foi instaurado pelo delegado Eduardo Lima de Paula, que chegou a ir ao clubinho para acompanhar a perícia acompanhado de equipe de investigação.

Durante as diligências o investigado foi identificado como autor do crime e constatado que ele possui condenações anteriores por dois homicídios, além de passagens por tráfico de drogas, tendo deixado o sistema prisional em janeiro de 2024.

Com a prisão, o delegado deverá interrogá-lo e dará sequência às investigações para concluir o inquérito e relatá-lo à Justiça. Enquanto isso, o investigado deverá permanecer na cadeia de Penápolis.

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