Uma psicóloga de 42 anos, moradora no bairro Dona Amélia, em Araçatuba (SP), ficou ferida ao bater o carro que conduzia em outro que estava estacionado na avenida Ibirapuera. Com o impacto, o carro dela tombou. Segundo a polícia, a investigada apresentava sinais de embriaguez, mas recusou o teste do bafômetro.
O caso aconteceu na noite de sábado (17), mas o registro na delegacia foi feito na manhã desta terça-feira (20). Os policiais militares que atenderam a ocorrência relataram que foram informados de um acidente de trânsito com vítima por volta das 20h30 e encontraram um Honda Fit atravessado no meio da via.
Como a condutora ainda estava no interior do veículo, eles solicitaram que ela permanecesse imóvel até a chegada do socorro médico, que foi feito por equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
A vítima se queixava de dores abdominais, não tinha condições de informar a versão dela sobre o ocorrido e foi encaminhada ao pronto-socorro municipal. Não há informações sobre o estado de saúde dela.
Embriaguez
Ainda de acordo com os policiais, a psicóloga exalava álcool, apresentava fala pastosa e embaralhada e ficava repetindo as palavras. Percebendo os sinais de embriaguez, eles solicitaram que ela fizesse o teste do bafômetro, o que não foi aceito. Diante disso, foi feita autuação pela recusa.
Ainda pelo local havia um Ford Fiesta Sedan danificado. O proprietário do veículo é um segurança de 32 anos, residente na avenida. Ele contou aos policiais que estava dentro de casa quando ouviu um forte barulho.
Ao sair para ver o que havia ocorrido, encontrou o Honda Fit tombado e percebeu que ele havia batido no Fiesta que havia deixado estacionado. Com o impacto, o carro dele foi lançado sobre a calçada e chegou a percorrer cerca de dez metros.
Danos
O segurança contou que ajudou a desvirar o Honda Fit junto com outras pessoas, pois a condutora permanecia dentro do veículo. Apesar de o carro ter sido retirado do local para liberação da via, que é de grande fluxo, foi realizada a perícia pelo Instituto de Criminalística.
Um irmão da psicóloga esteve no local, acompanhou os trabalhos das equipes e ficou responsável pelo veículo, que teve que ser recolhido por um guincho.
