Política

Orçamento para 2021 em Birigui será de R$ 457,9 milhões

Projeto do Executivo que estima receitas e fixa despesas para o exercício seguinte foi aprovado nesta terça-feira (17) pela Câmara

Aline Galcino - Hojemais Araçatuba
17/11/20 às 20h45

Os vereadores de Birigui (SP) aprovaram, na sessão desta terça-feira (17), projeto de lei encaminhado pelo Executivo, que estima receitas e fixa despesas do município para o exercício de 2021 em R$ 457.988.000,00.

O valor compreende o orçamento da administração direta e fundação, bem como o do Biriguiprev (Instituto de Previdência do Município de Birigui).

Para a administração direta, o valor é de R$ 368,9 milhões, sendo a principal fonte os repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços). Tais transferências são estimadas em R$ 212,4 milhões.

As áreas da Educação e Saúde terão a maior fatia: R$ 110,8 milhões e R$ 91 milhões, respectivamente. O duodécimo da Câmara será de R$ 11 milhões.

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Mudanças

O vereador Eduardo Fonseca de Luca (PT) defendeu que esse tipo de projeto deveria ser votado no ano seguinte, pois foi feito pela equipe de governo do prefeito Cristiano Salmeirão (PTB), porém impactará diretamente na administração do prefeito eleito Leandro Maffeis (PSL).

“Eu estou votando, vou votar favorável, mas na lógica, não deveria. Deveria existir uma forma de transição dentro do Legislativo”, disse. No entanto, ressaltou que é obrigatório por lei.

Já César Pantarotto Júnior (PSD) disse que pretendia fazer uma emenda destinando R$ 15 milhões para a perfuração de um poço profundo. “Eu fui atrás (da equipe que elaborou o orçamento na Prefeitura) e não posso ser inconsequente. O projeto é bem travado e boa parte dos recursos é para a folha de pagamento. Se eu fizesse isso, poderia dar problema lá na frente e alguns funcionários poderiam ficar sem pagamento”, explicou.

O vereador, que foi reeleito para mais um mandato, também sugeriu que o Legislativo pense numa lei que obrigue o Executivo a usar parte do dinheiro da água na água.

O projeto foi aprovado por unanimidade, com ausência de Leandro Moreira (PTB) e Rogério Guilhen (PSD) na sessão. No entanto, precisa de aprovação em dois turnos.

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