Nenhuma das três testemunhas convocadas para depor na CP (Comissão Processante) da Câmara de Birigui (SP), nesta sexta-feira (24), compareceram e a oitiva foi encerrada sem nenhuma nova informação. Instaurada em 6 de abril deste ano, a CP investiga possível ato de improbidade por parte do prefeito de Birigui, Leandro Maffeis (PSL) na condução do pronto-socorro municipal.
Estavam marcados para hoje os depoimentos de Erickson Camilo Conceição, diretor do pronto-socorro, e Thiago de Carvalho Zingarelli e Marco Botteon, ambos da empresa Isma (Instituto São Miguel Arcanjo), contratada em janeiro deste ano para gerenciar o PS pelo prazo de 180 dias.
Para o presidente da CP, Andre Luis Moimas Grosso, o André Fermino (PSDB), o não comparecimento pode ter sido motivado pelo imbróglio jurídico em relação aos pedidos de condução coercitiva de testemunhas feitos pela comissão. No entanto, afirma que a Procuradoria Jurídica da Casa irá até a última instância para levá-las para depor.
“É um absurdo (...) que essas pessoas não venham comparecer e não deem explicações, não só para essa comissão, mas para a população de Birigui que espera uma resposta”, disse.
