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O aprendizado de um segundo idioma pode ser dividido em duas grandes etapas; CEO do ICB explica que a primeira é a que exige mais do aluno

“Aprender um segundo idioma é como iniciar um novo esporte: no começo é sempre mais difícil”, afirma Raquel Molnar

Beatriz Rodas
29/03/22 às 14h31

Se você tem interesse pelo segundo ou terceiro idioma, provavelmente já ouviu falar que a fluência vem do pensamento: é preciso pensar em inglês para ser fluente em inglês. O raciocínio deve ser rápido! 

Por exemplo, se você pensa “mesa é table” antes de falar ou escrever, seu raciocínio ainda está em português. Quando o pensamento é “table” imediatamente, esse é o caminho para a fluencia.

 Mas, você sabia que existem duas fases na aquisição de um segundo idioma? 

Raquel Molnar, CEO do Instituto Cultural Britânico e professora de idiomas, explica que “existem seis níveis no Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, o CEFR (Commom European Framework of Reference for Languages), que são A, A2, B1, B2, C1 e C2; A1 representa o aluno iniciante e C2 o aluno que tem o nível de um falante nativo - não somente nativo, mas que utiliza a língua em sua forma mais complexa”.

E acrescenta: “se levarmos isso em consideração, podemos dividir o aprendizado de uma língua estrangeira em duas grandes fases, do início (A1) até atingir o nível B1, e quando o aluno passa pelo ponto de ruptura, que é o início do B2, quando o aluno já consegue se comunicar em praticamente todas as situações com certa complexidade”.

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QUANDO É MAIS DIFÍCIL?

Segundo Raquel, a fase inicial é a de maior luta. “É quando começa a rotina diária de exercícios, têm que haver uma cobrança própria do aluno sobre o uso correto das palavras, sempre buscar o significado no dicionário, entender expressões… E é árduo o processo de rompimento dessa etapa”.

Mas depois melhora! O idioma começa a fazer parte da rotina do aluno - seja em atividades, conteúdos ou o que consome de música e streaming - e o aprendizado se mistura ao prazer, o hobby pela segunda língua. A CEO afirma que, nesta fase, o entendimento já é mais apurado, seja em exercícios ou em materiais secundários.

É TREINO!

Raquel compara o aprendizado da segunda língua com os exercícios físicos: quando nos matriculamos na academia e começamos a nos exercitar depois de um período de sedentarismo, é preciso muito esforço e energia, e, como consequência, muito cansaço físico. Mas logo passa. O corpo pega o ritmo dos treinos e a rotina de atividade física se torna mais leve e prazerosa.

O mesmo acontece com o processo de aprendizagem: é treino. Como diz uma famosa frase que possui adaptação em vários idiomas, a prática leva à perfeição. Ou, practice makes perfect.

E Molnar finaliza dizendo que “assim é a aquisição da segunda, terceira, quarta língua. Rema-se com mais força  no início, mas quando atingimos a correnteza que está por baixo da superfície, passa-se a remar com mais tranquilidade, aprecia-se a vista e logo chega-se na outra margem”.

Tem o sonho de aprender outro idioma? Entre para o time ICB e realize!

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