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A lembrança que o tempo não apaga: Zinho da Exposição

Mesmo após tantos anos, Zinho segue presente nas lembranças de quem teve o privilégio de conhecê-lo.

Da Redação
20/05/26 às 11h24
Zinho da Exposição (Arquivo Pessoal/Reprodução Facebook)

Há nomes que não se apagam com o tempo, e Jamil Abud, o “Zinho da Exposição”, é um deles. Em 14 de outubro de 2012, Três Lagoas se despediu de uma figura que marcou gerações. Após 35 dias internado, ele faleceu aos 85 anos, deixando lembranças que seguem vivas na cidade.

Filho de imigrantes libaneses, chegou ainda bebê ao município e fez dali seu lar definitivo. Sua história se confunde com a de Três Lagoas, construída entre o trabalho, o esporte e, principalmente, as amizades.

Zinho sempre teve paixão pelo esporte e ajudou a incentivar jovens em modalidades como vôlei e basquete. Mas foi na loja “A Exposição” que se tornou uma referência. O local, pioneiro no segmento esportivo, virou ponto de encontro e cenário de muitas histórias.

Com seu jeito simples e acolhedor, conquistava a todos. Não era apenas um comerciante — era alguém que gostava de ouvir, conversar e criar laços.

Casado com Janete Abud, com quem teve quatro filhos, sete netos e dois bisnetos, construiu uma vida marcada pelo afeto. “Ele era amigo de todo mundo”, relembrou ela na época.

 

Mesmo após tantos anos, Zinho segue presente nas lembranças de quem teve o privilégio de conhecê-lo. As informações são do Fatos Regionais. 

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