Nessa quarta (24), Adriana Spazzapan da Vigilância Epidemiológica foi recebida nos estúdios da Agitta Cidade para falar sobre os casos de leishmaniose em Três Lagoas.
A cidade já tem 15 casos confirmados esse ano e 3 casos reincidentes de pacientes que já receberam o tratamento, mas apresentaram a doença novamente, comum em pessoas com imunidade baixa.
“No início da leishmaniose visceral parece uma dengue ou até mesmo uma gripe e seu diagnóstico é impossível de ser concluído antes dos sete primeiros dias, os pacientes de grupo de risco podem ter sintomas mais agressivos e recuperação mais lenta”, disse Adriana.
Depois dos sete dias, se os sintomas continuarem (como falta de apetite e febre), é recomendado ir ao médico ser examinado e realizar um hemograma, que pode diagnosticar o paciente se os resultados mostrarem sinais de anemia e plaquetas levemente alteradas.
Quando notificados, a Vigilância age de maneira eficiente acionando diferentes setores para combater a doença e trabalha diretamente com setores da saúde.
PREVENÇÃO
A Leishmaniose é transmitida pelo mosquito-palha e pode atingir os animais e também os seres humanos. Para impedir a propagação da doença é necessário deixar um quintal limpo, manter os lixos tampados, evitar ter ambientes sombreados e úmidos.
A indicação para prevenção é encoleirar seu animal doméstico com coleira específica que evita a chegada do mosquito. Outros métodos como uso de repelente individuais e colocação de telas em portas e janelas nas casas também são medidas eficientes.
CONTATO
Caso desconfie que seu cachorro esteja doente e para o tratamento, entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), no telefone: (67) 3929-1803 ou no endereço: Rua Egídio Thomé, 5562 – Distrito Industrial (próximo ao Jupiá).
