A Carreata promovida na manhã desta terça-feira (15) em Três Lagoas terminou nas obras ainda inacabadas do Hospital Regional.
A conclusão da unidade, assim como a manuntenção do decreto municipal publicado ontem (14) é uma das demandas das entidades empresariais (A Associação Comercial e Industrial de Três Lagoas, a Asociação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), o Sindicato Rural e a (AJE-TL) ) que mobilizaram a manifestação. No local onde fica o Hospital, eles levaram um bolo que simboliza os sete anos em que a obra permanece sem conclusão.
A concentração começou na Praça Ramez Tebet, no centro da cidade. Depois os participantes seguiram pela Filinto Muller, cruzando a cidade até as obras do Hospital. No local eles levaram um bolo que simboliza os sete anos em que a obra permanece sem conclusão.
O decreto da Prefeitura prevê que as lojas do comércio local, assim como bares e restaurantes, possam operar de portas abertas, como preconiza a bandeira vermelha do programa PROSSEGUIR.
De acordo com a reclassificação, divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde na semana passada, Três Lagoas, junto com outras cidades, incluindo a Capital, foram 'rebaixadas' para a faixa cinza.
Nesta nova fase, apenas serviços considerados essenciais podem operar, o toque de recolher é a partir das 20 horas e demais estabalecimentos funcionam somente em sistemas de entregas.
Segundo o presidente da Abrasel Costa Leste, Marcos Antônio Gomes Junior, o pedido das demais entidades é para que o decreto estadual seja revogado. "O povo não quer mais isso. O povo quer saúde, leitos, vacina e trabalhar. Ainda segundo Junior, mais de 700 carros participaram do protesto.
A argumentação dos empresários é de que, depois de mais de um ano e meio de pandemia, as empresas não suportariam passar por mais um período de lockdown e ficariam em situação econômica ainda mais vulnerável.
