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Esposa de serial killer de MS ganha liberdade

O homem confessou ter matado 7 pessoas na Capital, a justiça levou em consideração os antecedentes criminais da mulher

Redação - Hojemais Três Lagoas
21/12/21 às 08h23
Pedreiro Cleber de Souza Carvalho, assassino confesso de 7 pessoas. Esposa responderá em liberdade. — Foto: TV Morena/Divulgação

Perto de completar um ano e sete meses na prisão, Roselaine Tavares Gonçalves, de 42 anos, esposa do pedreiro Cleber de Souza Carvalho – assassino confesso de sete pessoas, em Campo Grande – deixou a cadeia no último sábado (18). A decisão da justiça de conceder liberdade provisória levou em consideração os antecedentes de Roselaine.


Ré primária, a esposa de Cleber teve a liberdade concedida pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que acatou pedido da defesa.
Esta é a primeira decisão que beneficia a ré e, para a defesa, é uma oportunidade de Roselaine reencontrar a filha, Yasmin Natasha Gonçalves Carvalho, que também chegou a ser presa por suspeita de contribuir com Cleber em um dos homicídios, a morte do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 62 anos, mas foi inocentada em decisão recente.

“Após quase 2 longos anos, Roselaine finalmente conseguiu ter sua liberdade restabelecida. Roselaine está pronta para provar sua inocência, cuidar da Yasmin e seguir sua vida”, alegou o advogado Dhyego Fernandes Alfonso.


Apesar de ter deixado a prisão, a esposa de Cleber terá de comparecer mensalmente em juízo, manter informações sobre suas atividades e endereço atualizadas, e está proibida de deixar a cidade sem autorização da justiça. Além disso, no período noturno, nos fins de semana e feriados, ela deverá permanecer em casa.

Os crimes

Segundo a investigação, a primeira vítima do pedreiro foi o próprio primo, Flavio Pereira Cece, em 2015. Ele ficou desaparecido por mais de cinco anos e sua morte foi descoberta somente após a prisão do serial killer.

A morte de José Leonel foi a primeira a ser descoberta. O corpo da vítima foi encontrado enterrado no terreno da casa onde o comerciante morava, e onde a família de Cleber estava vivendo.


As outras vítimas foram: Timóteo Pontes Roman, 62 anos, morto em maio de 2020; José Jesus de Souza, 45 anos, desaparecido em fevereiro de 2020; Claudionor Longo Xavier, 47 anos, desaparecido em dezembro de 2019; Roberto Geraldo Clariano, desaparecido em junho de 2018; e Hélio Taíra, 74 anos, sumido em novembro de 2016.
Dos sete crimes, cinco tornaram Cleber réu. Apesar disso, nenhum dos julgamentos foi realizado, até o momento. Outros dois inquéritos foram relatados. O pedreiro aguarda ser julgado pelas mortes em cela do Instituto Penal de Campo Grande (IPCG).


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