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MS tem 13 fazendas na 'lista suja' do trabalho escravo

Documento divulgado pelo governo federal aponta propriedades como fazendas, sítios e chácaras onde foram encontradas pessoas em condições de trabalho análogas à escravidão.

Da redação - Hojemais Três Lagoas
07/10/24 às 14h30
Imagem: Divulgação MPT

O governo federal divulgou nesta segunda-feira (7) a atualização da "lista suja" do trabalho escravo, revelando que Mato Grosso do Sul tem treze empregadores incluídos. O documento aponta propriedades como fazendas, sítios e chácaras onde foram encontradas pessoas em condições de trabalho análogas à escravidão.

Corumbá lidera o número de ocorrências no estado, com seis propriedades rurais listadas: Fazenda Pousada do Sul, Sítio Retiro Tamengo, Fazenda Santa Rute, Fazenda Nossa Senhora Aparecida, Fazenda Bandeiras, e Fazenda Baía do Cambará e Porto dos Milagres.

A maior exploração foi registrada na Fazenda Umuarama, em Naviraí, onde 44 pessoas foram encontradas em 2022. A empresa JC Mecanização e Plantações Agrícolas LTDA foi incluída na lista em 2024.

Em Angélica, 31 trabalhadores foram resgatados na Fazenda São Joaquim em 2023. Outros casos incluem a Fazenda Três Marias, em Campo Grande, com três trabalhadores, e a Fazenda Nossa Senhora Aparecida, em Aquidauana, onde 11 pessoas foram empregadas em condições precárias.

A "lista suja" foi criada em 2003 e é atualizada semestralmente, com nomes de empregadores que permanecem na lista por dois anos após esgotarem o direito de defesa na esfera administrativa.

 

 

* Com informaçõs do site Campo Grande News.

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