Nas redes sociais, a candidata a deputada federal Andreia Umbelina (Podemos) reclama de estar sendo discriminada pelo fato de ser mulher e pobre. Em conversa com este colunista, ela confirma que existe o preconceito, que afirma estar estampado dentro do próprio Congresso e Assembleias Legislativas.
CONSTRANGEDOR
A candidata cita que, apesar de as mulheres serem mais da metade dos eleitores brasileiros, ocupam menos de 10% das vagas no Congresso Nacional. Na Câmara, a representação feminina hoje é de apenas 45 deputadas contra 468 homens e na Assembleia Legislativa de MS são 24 deputados, sendo apenas três cadeiras ocupadas por mulheres. Para ela, isso é constrangedor.
NINGUÉM MERECE
A candidata avalia que as mulheres ainda não acordaram para o tamanho do poder que têm para decidir nas urnas. “Somos a maioria do eleitorado e minoria em cargos políticos, ai escuto um grupinho dizer: 'mulher e pobre; coitada!", e conclui: “Ninguém merece ouvir isso”.
PROVOCAÇÕES
“É engano meu, ou a cor do Novo é a cor do banco Itaú?”, questiona esquerdopata na linha do tempo de seu Facebook, referindo-se ao alaranjado da logomarca do Partido Novo. “Então o vermelho do PT é do Bradesco?”, retruca integrante.