Postulante a uma cadeira de deputado estadual, o professor Pedro Agostinho (PT) é o candidato de Três Lagoas com campanha mais pobre nas eleições deste ano. Pelo menos é o que consta no site do TSE. Na prestação de contas do candidato, não aparece um só centavo que ele tenha arrecadado.
HAJA CHINELO!
Questionado sobre como está se virando para garimpar votos, o bem humorado candidato resume: “na botina e no chinelo”. Para não dizer que está totalmente desamparado, Pedro Agostinho relata que conta apoio da militância e da regional do Partido dos Trabalhadores, que lhe fornece materiais de divulgação e cabos eleitorais.
VALOR IRRISÓRIO
No caso de Andreia, que concorre para deputado federal, ela está em situação um pouquinho melhor que o petista, pois conseguiu coletar 805 reais, segundo o site do TSE. Todos os demais candidatos da cidade angariaram quantias que ultrapassam a casa de uma dezena de milhar. De acordo com a candidata, a sua legenda, o Podemos, não recebeu fundo partidário. “Estou trabalhando só com material que recebi e com voluntários”, explica.
SÓ PROMESSA
“Sei que isso afetará nas urnas”, diz Andréia, afirmando que contava com os 30% da mulher do fundo partidário. “Porém o recurso ficou centrado Rio e SP para os que têm mandato”, esclarece. Ainda segundo ele, nenhum candidato do Podemos recebeu recurso nem do fundo partidário e nem da coligação como haviam prometido.
CANDIDATAS
A cidade ainda conta com uma candidata a vice-goverandora, a Dra. Luciene e a Professora Bazé, segunda suplente de senadora do candidato Nelsinho Trad. Tais funções, porém, não têm autonomia para arrecadar.