As eleições de vereador deste ano poderão voltar a ter uma disputa interna entre membros da mesma família. Trata-se de Adriano Barbosa e Douglas Albuquerque, pai e filho. Adriano faz parte do Solidariedade, enquanto que Douglas pretende brigar pela vaga da trincheira do PSB. Para o pai, a disputa será boa para medir o que os eleitores pensam.
EXPERIÊNCIA NEGATIVA
Esta não é a primeira vez que ocorre isso em Três Lagoas. Nas eleições de 2004, Jenir Neves (PDT), Miguel Neves, o Miguelzinho (PMDB), e Ana Neves Cassani (PT) concorreram a uma cadeira na Câmara. Nenhum dos três conseguiu se eleger. Jenir teve 347 votos; Miguelzinho, que foi vereador na legislatura anterior àquele pleito, recebeu 593 votos e o sufrágio de Ana foi de 72 votos.
EXPERIÊNCIA QUE DEU CERTO
O fato de a família Neves não ter sido bem sucedida, porém, não é para desanimar. Na década de 90, em Água Clara houve um fenômeno animador. Os irmãos Admir e Donizete Ferreira Lino foram vereadores na mesma legislatura em que os cunhados Vicente Amaro e Tião Ottoni também conquistaram uma cadeira naquela Câmara.
AMORDAÇADO
A imprensa de Três Lagoas perde uma importante fonte de informação, que sempre rendeu grandes reportagens. Não se trata da morte de alguém. É que o, sempre prestativo, chefe local do Dnit, Milton Rocha Marinho, está proibido de conceder entrevista à imprensa. Doravante toda informação sobre atividades relacionadas ao órgão deverá ser colhida junto à direção regional.
PALPITE INFELIZ
Além de ser duramente criticada, usuária do Facebook foi denunciada por um post seu criticando o cortejo fúnebre do pastor Marcos Rogério na quarta-feira (23), que teria dificultado sua passagem. Ela também considerou frescura “tanto lê lê”m que tomou conta das redes sócias e da cidade, desde a morte do pastor Marcos Rogério. “Nunca ouvi dizer que ele fez alguma coisa por Três Lagoas”, disse.