As Fake News (notícias falsas) têm merecido atenção especial do TSE. E, pelo menos em Três Lagoas, elas têm sido usadas com mais intensidade neste segundo pelos defensores dos candidatos a presidente: Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad. Tipo um vale tudo para conquistar votos. Sem o menor pudor, candidatos têm pulverizado as redes sociais, sobretudo o Facebook, com toda sorte de notícias com o propósito exclusivo de desestabilizar os seus candidatos. E o WhattsApp também não fica atrás.
‘MODUS OPERANDI’
Pelo menos duas práticas sorrateiras são utilizadas pelos ‘cabos eleitorais’ de plantão. Uma delas é a repercussão de notícias antigas, de meses, ou até anos – positivas sobre seus candidatos e negativas em relação ao adversário – e o compartilhamento de notícias de fonte e credibilidade duvidosas. Ou seja, ‘publicadas’ por sites desconhecidos, criados exclusivamente para tal finalidade.
SEM EFEITO
Uma coisa, porém, há que se dizer: parece que as Fakes News, pelo menos por enquanto, não têm surtido o efeito desejado, já que desde o início do segundo turno, as pesquisas de intenção de votos não apresentam grandes alterações. Isto prova que o eleitor está mais consciente, já sabendo distinguir o ‘fake’ do ‘fato’ ou está totalmente convicto de seu voto, a ponto de nenhum acontecimento extraordinário demovê-lo do propósito de votar neste ou daquele candidato.