Quando participavam da sessão especial para julgamento do pedido de cassação do vereador Junior Rodrigues (PL) por quebra de decoro, os vereadores Pastor Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM) foram preso, mediante ordem do juiz da 1ª Vara Criminal da cidade de Dourados. A prisão foi cumprida por policiais civis. Eles estavam no plenário participando da sessão quando chegaram os policiais para cumprir a ordem judicial.
Volta aos cargos
No último dia 19 de agosto, oito meses depois de serem presos acusados de corrupção no âmbito da Operação Cifra Negra e afastados pela Justiça, Pedro Pepa e Cirilo Ramão, foram reconduzidos aos seus cargos. Entretanto, nesta semana, tiveram pedido de habeas corpus na esfera criminal negada pelo juiz substituto em 2º grau da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, Lúcio R. da Silveira.
Salvo conduto
A defesa dos vereadores pedia liminar de salvo conduto para revogar as medidas cautelares no habeas corpus que os livrou da prisão no final do ano passado. Porém, o magistrado entrendeu que ainda as medidas cautelares ainda persistem, entre as quais o afastamento da função pública de vereador, proibição de manter contato com os demais investigados e de se ausentarem de casa no período noturno.
Convocação de suplentes
Desta forma, o Legislativo deverá novamente convocar os suplentes Marcelo Mourão (PRP) e Marinisa Mizoguchi (PSB), os quais ocuparam cadeiras no legislativo douradense de dezembro até o dia 16 último, deixando os cargos após a liminar de Carmello Leandro. Os dois vereadores foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil.