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MDB vai lançar Eduardo Rocha deputado para estadual e Idevaldo Claudino para federal

Confira esta e outras notas apimentadas sobre a cidade e região

Hojemais - João Maria Vicente
12/03/18 às 20h26
(Montagem Hojemais)

Em reunião na última sexta-feira (9), em Três Lagoas, o diretório do MDB decidiu que o deputado estadual Eduardo Rocha, presidente local, será candidato à reeleição, enquanto que o ex-vereador Idevaldo Claudino, sai para deputado federal.  Nesse caso, a situação se inverteu em relação à idade de Idevaldo para o partido. Inicialmente, a dobradinha seria ao contrario: Idevaldo para estadual e Rocha para federal.

PUCCINELLI

Na ocasião, também foi discutido a respeito da visita do pré-candidato a governador André Puccinelli, que estará na cidade neste sábado (17), em evento na Câmara de Vereadores. Em relação à outra pré-candidata a deputada estadual, Jenir Neves, apesar de ela não ter comparecido à reunião, Eduardo disse que ela também terá legenda para disputar o cargo.

CELA FAMOSA

A já famosa cela 17, no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Campo Grande, é o novo endereço do empresário João Amorim, do ex-deputado federal ex-secretário Edson Giroto, do cunhado de Giroto Flávio Henrique Garcia Scrocchio e do ex-deputado estadual Wilson Roberto Mariano de Oliveira, o Beto Mariano.  (Jogo Aberto)

PRESOS

Alvos de prisão determinada em 2016, mas que havia sido revogada por meio de liminar, eles voltaram a ser presos na sexta-feira (9) graças a decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou o habeas corpus.  (Idem) A cela já recebeu os mesmos 'visitantes' dois anos atrás e é a mesma onde ficaram presos André Puccinelli (PMDB) e o ex-prefeito Gilmar Olarte. É o espaço destinado aos que são acusados dos chamados 'crimes de colarinho branco'. (IDEM)

CRUNE DE CARTEIRADA

Deputados da oposição e base governista pretendem aproveitar a agenda de segurança pública para desenterrar o projeto que define os crimes de abuso de autoridade cometidos por servidores públicos e membros dos três poderes, do Ministério Público, dos tribunais e das Forças Armadas.

PENA

Aprovada sob polêmica pelo Senado, a proposta chegou à Câmara em junho de 2017 e aguarda instalação de comissão especial. A intenção de deputados, maioria da oposição, é levar o projeto a votação em abril. O projeto prevê punição – com penas que variam entre seis meses e quatro anos de prisão – para a popular “carteirada”, e até por condução coercitiva.

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