“Amanhã tem outro aumento previsto no preço do gás de cozinha e muita gente que bateu panela deve estar madrugando para ir rachar lenha”, disse jovem de esquerda em conversa com este colunista, que prossegue: “Eu gosto do pessoal que bateu panela, por que o que estamos vivendo hoje foi alertado; o governo [Dilma Rousseff] estava ruim, contudo o poder que foi implantado está desmantelando as conquistas sociais e sobretudo o combate a corrupção.
RACHAR LENHA
Para quem não sabe o que significa rachar lenha, era o que se fazia antes da existência do fogão a gás. A lenha - madeira cortada em pequenas toras e rachada com a utilização de um machado - era utilizada como combustível para cozinhar os alimentos e para esquentar água, entre outras utilidades. Aliás, na zona rural, esta ainda é uma prática muito comum.
DISPUTA ACIRRADA
Pesquisa Ipems para o Senado, publicada pelo Correio do Estado, realizada com 1.329 eleitores em 50 dos 79 municípios, indica a liderança do ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PTB) e disputa entre o deputado federal e ex-governador Zeca do PT e o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) pela segunda vaga. Em 2018, os eleitores vão escolher dois senadores.
ODILON X ANDRÉ
Odilon também aparece encostado em André Puccinelli (PMDB) na eventual disputa para governador do Estado. A pesquisa do Ipems, publicada no decorrer da semana, aponta o juiz federal tecnicamente empatado com André e os dois disputariam, se forem candidatos, o segundo turno.
AMOSTRAGEM
E na amostragem para o Senado, o juiz Odilon não está descartado pelo eleitor como uma das opções. Ele teria o ex-governador Zeca do PT como obstáculo a ser superado, porque, em tese, a primeira vaga estaria garantida a Nelsinho. O juiz não escondeu, no entanto, a preferência pela disputa ao Senado. Mas foi convencido a concorrer ao governo do Estado.
FAVORITO
Então, se as eleições fossem hoje, Nelsinho seria o primeiro escolhido, com 37,64% das intenções de voto. Para a segunda vaga, Zeca do PT estaria com 32,24%, sendo perseguido de perto pelo juiz Odilon, com 29,40%. Como a margem de erro estimada é de 2,69 pontos porcentuais para mais ou para menos, significa empate técnico entre os dois.