AMIZADE SÓLIDA
Questionado por repórter do Hojemais se o relacionamento entre ele e o prefeito Guerreiro (PSDB) não ficou estremecido após ele ter deixado a prefeitura, ele respondeu negativamente. Disse que a amizade nasceu em 2011 e que não sofreu nenhum desgaste. “Uma coisa não tem nada a ver com a outra”, disse, referindo-se ao fato de ele ter pedido exoneração da Secretaria de Finança.
NADA DEMAIS
Ainda sobre o assunto, Pereira considerou que o fato de não concordar com alguns aspectos do Poder Executivo não o impede de assumir a presidência do partido; disse que não vê nada demais e que se sente muito bem nesse particular. “Não sou inimigo do prefeito e nem ele meu inimigo; apenas temos divergências e as divergências são importantes para o crescimento das instituições”, pondera.
MESMO RITMO
A respeito de Pereira, a quem considera um paizão, Guerreiro afirmou que o fato de não ter dado certo na Prefeitura, não quer dizer que houve rompimento entre os dois. “Não deu certo em determinado lugar, mas pode dar certo em outro e eu deixei bem claro que quando ele quiser voltar, estamos de portas abertas”, garantiu.
LONGA TRAJETÓRIA
A investigação e o julgamento no STF dos que forem comprovadamente envolvidos no esquema da Odebrecht pode durar mais de cinco anos. Em suma, a PGR colocou todos os citados num balaio só: o STF e a PGR terão de descobrir ainda o que é caixa dois, o que é propina e o que é doação legal para os políticos. Parte dos deletados pode ser inocentada. (Coluna Esplanada)