A Operação Atalhos, em que a Polícia Federal estima ter apreendido entre R$ 3 a R$ 4 milhões que estavam em malas, na manhã de terça-feira (28), ganhou repercussão nacional, sendo mencionada nos principais telejornais do Brasil e também nos jornais impressos desta quarta-feira (29). Em Três Lagoas, um dos alvos da operação, é a ex-prefeita Márcia Moura (MDB) e o ex-secretário de Educação, Mário Grespan, da gestão de Márcia.
NÃO É MEU
Como a a PF não divulgou de quem eram os milhões de reais apreendidos, para abafar as espculações que já eram grandes nas redes sociais e pelas ruas da cidade, os envolvidos fizeram questão de afirmar que a dinheirama não foi apreendida em suas casa, entre os quais a própria prefeita e o ex-secretário.
NÃO SOU RÉ
Ainda ontem (28), a ex-prefeita divulgou esclarendo que "...diferentemente do que alguns veículos de comunicação insinuaram, nada de ilícito foi encontrado no local em que resido, muito menos qualquer quantia em espécie (dinheiro)" e afirmou também não ser ré em nenhuma ação.
MÁRIO GRESPAM
Hoje foi a vez de Mário Grespam se justificar: "Devido a indícios de prática de irregularidade em processos de licitação no transporte escolar, cuja investigação está a cargo da Policia Federal, na data de 28 de maio de 2019, foi deflagrada a Operação 'Atalho', tendo sido citado nos meios de comunicação, o meu nome, como um dos atingidos pela Operação, sendo inclusive difundido erroneamente que durante ação policial de busca e apreensão em minha residência teria sido apreendido grande quantidade de dinheiro e munição proibida.
INVERDADE
E o secretário prossegue: "tal fato, não é verdade, na realidade fui intimado a comparecer a delegacia da polícia federal local, fui em meu próprio carro, forneci cópias de documentos que pudessem esclarecer minha atuação perante a Secretaria Municipal de Educação, e lá prestei as informações que me solicitaram, sendo dispensado após isso".