A greve geral desta sexta-feira (28) é uma resposta ao pacote de medidas lançadas pelo Governo de Michel Temer, com especial foco na reforma trabalhista e da Previdência. Em Três Lagoas, alguns esquerdistas enxergam o movimento como uma boa oportunidade de medir forças com os movimentos MBL e VPR, cuja causa é o combate à corrupção.
CRÍTICAS
Estes, aliás, tem criticado duramente os movimentos, segundo eles, da burguesia, que não têm conseguido aglutinar ninguém para seus protestos. Na última mobilização nacional, inclusive, Três Lagoas ficou de fora. A alegação é que, por se tratar de uma causa nacional, a manifestação se restringe às redes sociais, sem sair para as ruas.
MOVIMENTOS UNIFICADOS
Realizada pelo “Movimentos Unificados de Três Lagoas” (sindical, popular e estudantil), por aqui, a concentração será na Praça Ramez Tebet, às 10 horas, para a qual estarão presentes militantes de esquerda e sindicalistas de várias categorias trabalhistas. Vale lembrar que nos últimos dias, esses militantes utilizaram com força as redes sócias para defender suas causas.
REFLEXÃO
"Quando fizermos nossa marcha, vocês precisam estar nela. Se isso significa deixar o trabalho, se isso significa deixar a escola: estejam lá! Cuide de seu irmão! Você talvez não esteja em greve. Mas, ou ascendemos juntos ou caímos juntos”. Esta frase de Martin Luther King Jr. foi repetida exaustivamente por todos os militantes nas redes sociais.