No fim de semana passada, os 17 pré-candidatos a vereador pelo PSL anunciaram em vídeo veiculado no Facebook que deixaram o partido em bloco. E a justificativa foi dada pela pré-candidata Sandra Lata: “porque queremos uma política limpa, transparente e que respeita os princípios democráticos, coisas que, infelizmente, não encontramos no partido”.
Injustiça
“Deve ser por isso que o nosso presidente saiu do PSL e que em suas redes sociais afirma que não vai apoiar nenhum candidato do PSL nas eleições municipais”, insinuou o ex-presidente do diretório municipal, Valter Bogamil. E o vídeo termina com um coro: “A injustiça que se faz a um, é uma ameaça contra todos”.
“Não é coronavírus”
“Não é coronavírus não, viu; pode ficar tranquilo, é gripe mesmo!” Vereador Gilmar Tosta (PSB), após espirrar seguidas vezes, durante conversa com este colunista. É que uma das formas de transmissão do novo coronavírus é através de gotículas respiratórias.
Segundo partido
Por falar no vereador Gilmar Tosta, ele afirmou que permanece no PSB, porque pretende manter a sua linha socialista. Para ele, o partido tem condições de se manter como o segundo partido da Câmara, que elegeu três vereadores e mantinha esse número de vereadores, até Marisa Rocha perder o mandato. O primeiro partido é o PSDB.
Acordo rompido
Voltando ao PSL, a revolta dos pré-candidatos a vereador, é que o partido tinha um compromisso firmado de apoiar o pré-candidato a prefeito Fabrício Venturoli, mas acabou rompendo com esse acordo, declarando apoio ao tenente-coronel Ênio, ex-comandante do 2º BPM.