Pré-candidato a prefeito de Três Lagoas desde que perdeu a última eleição para o cargo, em 2012, a opinião de articulistas políticos é de que a vida do caubói não será tão fácil quanto se desenha, mas que ele poderá enfrentar uma série de dificuldades, para ancorar sua candidatura em um porto seguro.
JOGO DE CINTURA
Embora tenha significativa densidade eleitoral - muitos apostam que o suficiente para sair vitorioso das urnas - ele terá de ter jogo de cintura para se livrar ou conviver com os conchavos políticos, que fatalmente ocorrerão. Uma das maiores complicações para a sua candidatura pode ser o PMDB, partido com o qual poderá ser forçado a dividir palanque, coisa que tem dito que é impossível, da mesma forma que o PT.
DOBRADINHA A VISTA
Entendido de política diz que, embora tenha garantido apoio irrestrito ao chapeludo, o governador Reinaldo Azambuja (PMDB) estaria propenso a fazer uma dobradinha dos tucanos com os peemedebistas no município, e a reciproca é verdadeira. Nesse caso, o PMDB entraria com o vice, que poderá ser o Tonhão ou Nuna, ambos vereadores.
OLHO NO FUTURO
Esta possível aliança que estaria sendo costurada por Azambuja se deve à sua ligação com a cúpula do PMDB, principalmente, com a senadora Simone Tebet, de quem ele precisa, e muito, no Congresso Nacional. Além do mais, já estaria de olho nas eleições 2018.
MARTINHO PARA PREFEITO
Agora, caso realmente ocorra esta união, Guerreiro deverá perder alguns aliados de primeira hora como, por exemplo, o vereador Jorge Martinho, que já teria lhe avisado que pula do barco, ou melhor, do palanque, caso tal aliança se consolide. Será uma ocasião propícia para ele colocar em prática a sua tão sonhada candidatura a prefeito.