Pratica comum em todas as eleições, candidatos a deputado trabalham para um candidato a governador, federal, senador ou presidente, mas não fazem muita questão de levar isso para as ruas. Ou seja, liberam seu cabos eleitorais para pedir votos para quem for do interesse do eleitor.
INFIDELIDADE
Em conversa com este colunista, candidato a deputado estadual local, disse ter encontrado cabos eleitorais entregando santinhos de candidato de deputado federal ‘X’ e ‘Y’, ambos de Três Lagoas, quando na verdade, o seu candidato apoia candidato ‘Z’. “Seria determinação do candidato ou traição do cabo eleitoral”, questionou ele.
BOCA DE SIRI
Aliás, na eleição para governador em Mato Grosso do Sul, o que se percebe é que determinado candidato nem sequer menciona o nome de seu candidato a presidente, uma vez que o dito cujo não decola nem com muita oração.
NA ALEGRIA E NA TRISTEZA
Na contramão disto, conforme relatou blogueiro da Capital, mesmo reconhecendo a distância de seu candidato dos líderes das pesquisas, o deputado estadual Eduardo Rocha (MDB) diz que continua não apenas apoiando, mas também pedindo voto para Henrique Meirelles. Na pesquisa mais recente, o emedebista apareceu com 2% dos votos.