Durante ato em apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, na manhã desta sexta-feira (1/4), em Três Lagoas, dois vereadores foram vaiados pelos manifestantes. É que os participantes do protesto repudiaram a atitude dos nobres que, para muitos, estariam aproveitando a ocasião para fazer política.
FORA!
Além de vaias, os dois tiveram de parar seus discursos sob gritos de “Fora! Fora!”. Isto, no momento em que o grupo estava em frente ao prédio da Polícia Federal, externando solidariedade à instituição.
CHOCADO
"Fiquei chocado com um vídeo postado aqui no face onde manifestantes três-lagoenses, usando um caminhão, enforcaram, mesmo que simbolicamente, a presidente Dilma. Uma clara e grande demonstração de todo ÓDIO que está tomando conta do país" (Radialista Adonildo Santos).
ASSEDIADOS
E o solidariedade? Além de perder alguns quadros, está sendo duramente assediado por um vereador, ex-aliado do caubói. O argumento utilizado, segundo o que jacaré da Lagoa informou, é que estão argumentando que a cúpula do SD estaria abandonando o partido, o que garantem, de pés juntos, que não tem nada a ver.
MUITO ESTRANHO
Certos colaboradores voluntários de Angelo Guerreiro estariam vendo com muita desconfiança o ingresso de Sidmar Gomes ao time do deputado (ele se filiou ao PTdoB), uma vez que ele seria principal defensor da idéia de que o presidente do Pros tem de enfrentar Guerreiro nas urnas, e seria o mais empolgado quando este falava que seu projeto é melhor que o do deputado.
FRITADO
Amigo de assessor da vereadora que pousou recentemente no ninho tucano contou à Arara Canindé do Cristo, que o amigo está sofrendo implacável perseguição pela chefe de gabinete, tanto que nem foi convidado para a foto oficial de evento realizado pela vereadora alguns dias atrás e que a vereadora faz vista grossa a este fato.
SEM CACIFE
Entristecido, o assessor considera um erro da parlamentar, já que a referida chefe de gabinete sequer trabalhou na campanha da vereadora e também por que, em sua avaliação, não tem densidade eleitoral para ter tanto poder de mando dentro do gabinete.