Nesta nova fase em que voltou a ser líder da prefeita Márcia Moura (PMDB), o vereador Tonhão (PMDB) parece estar tendo muito mais trabalho que das anteriores, incluindo quando foi líder da prefeita Simone Tebet, hoje senadora. Para muitos, porém, ele está se sobressaindo nos confrontos com os vereadores da oposição Jorge Martinho (PSD) e Gil do Jupíá (PSB). O segundo, inclusive, tem evitado até usar tanto a tribuna quanto antigamente.
TROCO
Apesar do recuo do socialista, na sessão de terça-feira (1º), houve novo round com o peemedebista. Ao afirmar que poderia fazer certas cobranças por ter sido eleito pelo povo, Tonhão retrucou: “Também fui eleito pelo povo e tive quatrocentos votos a mais que vossa excelência”.
SEM PADRINHO
Em resposta, Gil disse que a campanha do colega tinha sido mais cara que a sua e que ele não teve apadrinhamento nas eleições. Tonhão, por sua vez, disse que se sente orgulhoso em ter como madrinha-irmã a senadora Simone.
QUADRILHA
A celeuma entre os dois originou-se na acusação do vereador do PSB de que haveria uma quadrilha no Departamento de Licitação da Prefeitura. Tonhão disse que o Executivo deveria tomar as devidas providências em relação a isso, por se tratar de uma acusação muito séria e que necessita de provas.
FALTA DE DECORO
Aliás, essa é uma estratégia que os vereadores situacionistas têm utilizado: estão deixando claro que vão tomar providências toda vez que forem atacado com algum tipo de acusação como, por exemplo, ser chamados de ladrão ou quadrilheiros. No caso, enquadrar o acusador em crime de falta de decoro parlamentar ou coisa do gênero, o que dá até cassação.