Todo veículo precisa de manutenção para rodar com segurança e evitar problemas. O alinhamento e o balanceamento são dois itens importantes da manutenção que garantem a performance e a maior durabilidade dos pneus e suspensão do carro, sendo indispensáveis.
Ao Portal Hojemais, a equipe da Absoluta Automóveis esclarece sobre os procedimentos, a diferença entre eles e os benefícios que trazem aos carros, entre eles a segurança de rodar bem seja na cidade ou na estrada.
O alinhamento é feito para ajustar as rodas do veículo, as deixando retas, com ângulos alinhados, e o posicionamento da suspensão. As rodas precisam ser ajustadas de acordo com o chassi, o modo correto é estarem perpendiculares ao solo e paralelas entre si.
“Quando desalinhado, o carro causa desgaste irregular do pneu, uma direção instável ao puxar para um lado e precisar de mais esforço do motorista, além de desgastar as peças da suspensão.” – comenta.
Enquanto o balanceamento equilibra o peso das rodas e dos pneus, permitindo que girem uniformemente e suavemente. Com isso, não há vibrações e o motorista tem muito mais conforto na direção, assim como mais seguro.
Quando é preciso fazer o alinhamento e o balanceamento?
Os profissionais indicam que sejam feitos a cada 10 a 15 mil quilômetros rodados, ou assim que os pneus demonstrarem desgastes irregulares. É preciso fazer o alinhamento e o balanceamento sempre que tiver algum impacto nas rodas ou suspensão, ou então ao sentir alguma vibração na direção que dificulte a condução.
Apesar da segurança ser um dos principais fatores para manter em dia essas manutenções, a importância por trás do balanceamento e alinhamento está também no oferecimento de maior estabilidade do veículo, ficando mais simples de controlá-lo em curvas e estradas. Da mesma forma, a dirigibilidade é melhorada e a experiência se torna muito agradável.
“Pela redução de atrito, ocorre a diminuição do consumo de combustível, ou seja, com tudo verificado, há uma economia pelo fato de gastar menos combustível com o carro alinhado e balanceado” – afirma.
No entanto, não é necessário que os dois procedimentos sejam realizados juntos, e sim conforme a necessidade e qual tem prioridade de ser feito primeiro. Um carro que anda muito diariamente, por exemplo, pode precisar de ambos em uma mesma revisão, enquanto outros casos apresentam mais desgaste em apenas uma característica.
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