Cada vez mais carros automáticos são vistos nas ruas e, com eles, algumas dúvidas tendem a surgir sobre seu funcionamento e especialmente sobre os cuidados necessários que esses modelos demandam. Entre elas está o questionamento sobre precisar trocar o óleo do câmbio automático.
A equipe de profissionais da Absoluta Automóveis esclarece o assunto ao Hojemais Três Lagoas, além de explicar a frequência que deve ser trocado e se o câmbio manual exige a mesma atenção.
Troca de óleo do câmbio: o que fazer?
Segundo a equipe, a troca de óleo não precisa ser feita em carros manuais, a não ser que haja algum vazamento ou precise de reposição do óleo da caixa de marchas depois da manutenção, e se o nível baixar, deve ser completado para o melhor desempenho do veículo. No entanto, muitos carros automáticos apresentam a necessidade de ter essa troca com frequência.
“A primeira resposta é: depende, tudo vai variar com as instruções no manual de cada carro e cada modelo. Certos câmbios automáticos precisam ter essa troca de óleo com uma quilometragem alta, mas o manual será um guia para o proprietário” – afirmam.
O fabricante irá recomendar seguindo as melhores instruções para o funcionamento do carro. Quando é indicado realizar a troca, ela permite a segurança e preserva a integridade do sistema de câmbio, já que é responsável por lubrificar a caixa de câmbio. No geral, é recomendado entre 60 mil a 100 mil quilômetros rodados, ou a cada 5 anos.
Os tipos de óleos dependem da necessidade de cada automóvel, pode-se utilizar óleos de base mineral, sintética ou semi-sintética, de acordo com as transmissões. Muitos são os cuidados no momento de troca de óleo, que deverá ser feita por especialistas com os equipamentos e maquinários precisos.
A equipe ressalta que o processo manual de troca de óleo deixa resíduos da substância no conversor de torque, dentro do motor, e essas impurezas podem danificar os sistemas. O processo dura em torno de 3 horas.