De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo 446 milhões de pessoas sofrem com a perda auditiva e deste total, cerca de 34 milhões são crianças. Os dados foram divulgados no dia 3 de março, data essa que marca o Dia Mundial da Audição.
A Organização ainda observa que 60% da perda auditiva infantil ocorre em decorrência de problemas que podem ser evitados e cerca de 1,1 bilhões de jovens com idade entre 12 e 35 anos correm o risco de serem afetados pela deficiência devido à exposição a ruídos em telefones, ambientes recreativos, shows e etc.
Todas essas informações acendem uma alerta para área da saúde, visto que a audição é fundamental para o desenvolvimento da fala, linguagem, comunicação e interação social, causando um impacto direto na qualidade de vida do indivíduo.
Diante desse cenário, o Portal Hojemais conversou com a fonoaudióloga Cristiane Satiko Ito Golçalves (CRFa 6-8250-2), especialista do Centro de Especialidades Audiológicas de Três Lagoas. Durante o bate papo, a profissional abordou o papel dos aparelhos auditivos como aliados na perda da audição e todo o trabalho desenvolvido pelo CEA, que está presente no município há mais de 20 anos.
Segundo a fonoaudióloga, essa tecnologia compensa o déficit auditivo do paciente, com o objetivo de amplificar os sons que a pessoa não escuta.
“É importante destacar que aqui no CEA o aparelho auditivo só é implantado na vida do paciente por meio de um encaminhamento médico especializado. Feito isso, fazemos uma avaliação completa da audição, com objetivo de identificar qual o tipo de perda auditiva, visto que ela pode variar entre leve, moderada, severa e profunda, sendo assim os aparelhos são regulados de acordo com a necessidade do paciente” – afirmou.
Com os avanços tecnológicos, hoje o mercado oferece inúmeras possibilidades, que envolvem conforto, adaptação, qualidade sonora mais próximo ao natural e tamanho, isso porque os aparelhos auditivos estão cada vez menores, tornando-se quase que imperceptíveis.
“Todos os aparelhos os quais trabalhamos são importados e da mais alta qualidade, sendo assim, eles possuem regulagem por meio de um aplicativo instalado no celular do usuário com acesso a diversos tipos de comandos, como otimizador de som, regulagem de ruídos e sons de acordo com ambientes externos, alguns ainda possuem um localizador de aparelho auditivo caso o usuário o perca, aspectos esses que promovem maior autonomia para o paciente “ – acrescentou.
A profissional ainda destacou o acompanhamento integral da equipe do Centro de Especialidades Audiológicas, que se estende do ajuste até a manutenção periódica, cuidado esse que reflete no diferencial da clínica. Portanto, o paciente possui um auxílio completo, que visa a melhor experiência possível por meio do uso dos aparelhos, que deve ser enxergado como um instrumento para a melhora da qualidade de vida, por isso incômodos não devem existir.
No CEA Três Lagoas, o processo de adaptação envolve um período de 7 á 10 dias, tempo esse em que a equipe se dedica aos ajustes, para que o paciente possa levar uma vida normal e com uma audição que facilite sua experiência comunicativa, seja no trabalho, entre amigos ou familiares.
“Outro ponto importante: após a realização de todos os ajustes e adaptação, é fundamental que o paciente crie uma rotina de acompanhamento com a nossa equipe, isso porque trabalhamos com profissionais altamente qualificados e aptos para monitorar qualquer mudança em relação a audição do usuário. Além disso, fazemos atendimento domiciliar com as devidas regulagens e acompanhamento fonoaudiológico na adaptação” – finalizou Cristiane.
Vale ressaltar que o Centro de Especialidades Audiológicas de Três Lagoas, atende todos os convênios para a realização de exames. Confira alguns dos serviços!
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