Em tempos de pandemia e isolamento social é comum que os sentimentos fiquem “à flor da pele”, bem como o estresse, afinal o cenário é novo e exige adaptação a um novo estilo de rotina. Pensando nisso, hoje a equipe da Crodonto vai falar sobre a relação do estresse com o mau hálito. Para saber mais continue a leitura e veja quais são os tipos de tratamento!
Em primeiro lugar é importante entendermos que o mau hálito é mais comum do que parece e atinge cerca de 40% da população, dados esses revelados pela Associação Brasileira de Pesquisas dos Odores Bucais.
O problema na grande maioria das vezes causa desconforto e em alguns casos constrangimento, e mais: o mau hálito não é doença, mas sim um sintoma que indica que tem algo de errado com o organismo, por isso é essencial que a causa seja investigada, sendo essa forma para que um especialista lhe indique a melhor forma de tratamento.
O que ocorre é que as nossas glândulas salivares estão interligadas ao nosso sistema nervoso e por isso o estresse pode contribuir para a redução salivar. Em alguns casos, outros problemas podem ter uma influência ainda maior, bem como o estresse crônico e hipoglicemia.
Estresse pode provocar mau hálito
A saliva trabalha para eliminar os principais agentes que formam as placas bacterianas e quando sua produção é reduzida, a região bucal fica mais suscetível ao surgimento de bactérias, que aos poucos causam a halitose.
No caso de pacientes hiperglicêmicos ( com pouco açúcar no sangue) ou diabéticos (doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz) o mau hálito pode ocorrer devido a produção de corpos cetônicos, devido intensa queima de gordura para a produção de glicose.
Pacientes obesos também podem apresentar halitose devido ao ronco, uma vez que o rangido causado inconscientemente durante o sono pode ressecar a boca, causando uma descamação da mucosa interna dos lábios e da bochecha. Nesse processo, surge também aquilo que chamamos de “saburra lingual”, uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada que se forma no fundo da língua causando um forte odor.
O primeiro passo como dito anteriormente é identificar a causa desse mau hálito, uma vez que ele pode ser provocado e uma série de outras doenças como as que citamos acima. Se o profissional dentista julgar necessário ele pode solicitar um acompanhamento conjunto de um endocrinologista em caso de diabetes ou hipoglicemia e se o problema for emocional como o estresse, esse acompanhamento pode ser feito por um psicólogo ou psiquiatra, que poderá implementar mudanças de hábito na vida do paciente que podem ajudar no controle do estresse.
Além disso, o tratamento ainda pode contar com o auxílio e laserterapia e eletroterapia, técnicas essas que estimulam a função das glândulas salivares. Vale ressaltar que a higienização bucal adequada e orientada pelo dentista é fundamental no combate contra o mau hálito.
Gostou do blog e quer saber como a equipe da Crodonto pode lhe auxiliar? – Então clique no botão abaixo e fale agora mesmo com a empresa.
Para ter acesso a outros conteúdos exclusivos sobre saúde bucal acompanhe a Crodonto por meio das redes sociais.