Segundo o chefe de gabinete da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação, José Rubens, com o trabalho do Cidade Legal, as pessoas vão receber a matrícula gratuitamente. Se fosse feita num cartório de registro, a escritura teria custo de aproximadamente R$ 3 mil.
Rubens também explica que a administração pública precisa da regularização dos registros para conseguir promover arrecadação e prover manutenção e melhorias ao bairro, dentro das formas legais. “A partir de 2020, (os moradores) vão receber o carnê do IPTU sobre seus terrenos e construções e a Prefeitura tem como trabalhar seus recursos, bem como buscar verbas junto a alçadas estaduais e federais de governo. Essa limitação acontece porque o bairro existe fisicamente, mas ainda não existia nos órgãos, por não ser legalizado. Era apenas uma gleba rural que foi desapropriada.”
Próximos
Os próximos núcleos a serem atendimentos pelo Cidade Legal são Alvorada, Umuarama e Avelino Algarte.
O programa Cidade traz segurança jurídica para as famílias, chamadas de ocupantes. Sem a escritura, elas não conseguem registrar os imóveis, passar para o nome dos filhos, alugar ou vender. Também não conseguem benefícios públicos de infraestruturas ou financiamentos para a melhoria do bem.
