Ações
Após as mortes, as ações foram intensificadas. O trabalho consiste no bloqueio contra criadouros potenciais do Aedes aegypti, num raio de 400 metros da casa do morador com suspeita da doença ou diagnóstico positivo. “Nessa ação mata-se o mosquito com larvicida. Em seguida, é feito o trabalho de nebulização, com máquina pesada de baixo volume, com objetivo de eliminar a fêmea infectada.”
Além desse trabalho de bloqueio e nebulização, que é constante, a Prefeitura está realizando força-tarefa, com mobilização de agentes comunitários e de endemias nas manhãs de sábado. Serão quatro ações sequenciais, que deve atingir toda a cidade. Duas delas já foram realizadas.
Apoio
Para que os trabalhos sejam eficientes no controle da doença, Sanchez pede a colaboração da população. “O morador precisa dedicar dez minutos de seu dia para vasculhar sua residência. É importante que o morador se conscientize que é ele quem deve eliminar água parada”, lembrou o educador. “Nas ações realizadas encontramos larvas em bebedouro de animais, vasos de plantas, ralos, regador, caixas d’água sem tampa”, citou.
Sanchez também pede que a população aceite as atividade de bloqueio e de nebulização, pois ainda há moradores que não aceitam que se passe o veneno, o que interfere no trabalho global. Ainda não foi preciso tomar medidas extremas, porém a Prefeitura avisa que tem meios para garantir a entrada dos agentes nas casas.
Sintomas
O morador que tiver dois ou mais sintomas da dengue, deve procurar a UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima ou um dos dois dengários, que são espaços específicos para a hidratação do pacientes, pois a notificação da dengue é compulsória. Os dengários estão instalados no pronto-socorro municipal e na UBS1-Corujão, na avenida Cidade Jardim.
