Justificativa
Outro dado que justifica o pedido de Salatino é que apesar de o pronto-socorro ter como prioridade o atendimento a urgência e emergência, dos quase 69 mil pacientes que procuraram o serviço de julho a dezembro do ano, apenas 42,5% foram relacionados a esses casos.
Os outros 57,5% dos pacientes atendidos apresentava sintomas como dor de cabeça, diarreia, tosse, resfriado, hipertensão, dor de barriga, dor em pernas e braços, dor de garganta e amigdalite.
Para o parlamentar, os números apenas confirmam a percepção dele, que já atendeu no pronto-socorro, de que a maior parte dos atendimentos pode e deve ser feito nas 19 UBSs do município.
Além disso, ele argumentou que a maior parte das pessoas que procura o pronto-socorro não recebe um diagnóstico do problema, já que as causas desconhecidas e não especificadas representam 31,29% do total de atendimentos.
"Isso precisa ser revisto por parte de quem administra o PS e por parte dos médicos, com a utilização de modernas ferramentas técnicas e tecnológicas, assim como de conhecimento, que permitam ao profissional médico precisar o diagnóstico”, finalizou. (Com informações da assessoria de imprensa)
