Para viabilizar a reforma, a administração municipal precisa ter a posse de todos os imóveis.
Hoje, além do comércio que resiste no espaço, a Prefeitura está utilizado o local como depósito de materiais e estacionamento de veículos utilizados no programa de aquisição de alimentos. Um espaço também foi cedido para armazenamento de materiais utilizados no desfile de Carnaval.
Recursos
Além dos assuntos relacionados à Justiça, Vieira Filho ainda descreveu as tentativas da Prefeitura para reativar o mercadão. Ele lembra que foi feito um levantamento para o projeto de revitalização e o prefeito Dilador Borges (PSDB) levou a proposta para emenda parlamentar. O assunto é da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, que hoje é do Ministério da Cidadania.
“Fizemos o projeto, cadastramos essa proposta no Siconv (Sistema Nacional de Convênio), fazendo a solicitação, e recebemos a resposta deles para complementar nossa análise, para melhorar. Fizemos então, um estudo bem mais aprofundado, envolvendo a Secretaria de Planejamento e equipe da Agricultura Familiar”, detalha.
Outro ponto apontado pela administração é com relação aos recursos para realizar a revitalização. O valor levantado seria de R$ 4 milhões. O prefeito esteve em Brasília e até o momento a resposta do governo federal é de que ainda não há recurso.
O assessor executivo também esteve, em 2018 e 2019, em contato com a Secretaria de Agricultura Familiar para viabilizar recursos. “Fizemos tudo isso, porém esses problemas jurídicos interrompem as ações. Esbarramos nessas questões judiciais, pois precisamos ter posse de tudo para poder viabilizar os projetos, que andam juntos”, conclui.
