Contratos
A BRN Lomy é outro exemplo. Recentemente, famílias assinaram contrato com a Caixa relativos aos financiamentos do residencial Luana – projeto com 158 casas do programa MCMV, faixas 1,5 e 2, na região norte de Araçatuba. As obras começam nos próximos dias e o prazo de entrega é de 24 meses.
A construtora anunciou ainda o lançamento, previsto para o terceiro trimestre deste ano, do residencial Silvio Venturoli, com 1.100 casas, também no MCMV e na mesma região da cidade. Outros projetos habitacionais foram concluídos no período, como o residencial Marco Guerraro, em Penápolis, cuja entrega de chaves ocorreu no último dia 29, contemplando 300 famílias da faixa 1 do MCMV.
A próxima entrega prevista é a de 57 casas do primeiro módulo do residencial Andrea Torrente Zonzini, em Mirandópolis, que deve ocorrer em até 90 dias. As vendas de 80 unidades do segundo módulo começam nos próximos dias.
Para o administrator da construtora, Evandro Nobre Cruz, há motivos para empresas do setor ficarem otimistas com o cenário que desponta, como a taxa de juros baixa para crédito imobiliário, e a onda de crescimento que ocorria antes da pandemia.
“O mercado imobiliário vai sair fortalecido em relação a outros ativos financeiros. Tudo indica que haverá conexão entre política, crescimento econômico e infraestrutura, com ampliação dos investimentos públicos e o estímulo a investimentos privados nos setores da construção”, diz Cruz.
